FST debate como enfrentar ataques a direitos e quer reunião com Bolsonaro

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) se reuniu terça (12), em Brasília, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC), a fim de debater meios de enfrentar a onda de ataques à classe trabalhadora.

O custeio, por meio da assistencial e da sindical, foi mais uma vez validado como de extrema importância para manutenção das entidades que defendem suas categorias.

Oswaldo Augusto Barros, coordenador nacional do FST e presidente da CNTEEC, explica a posição relativa ao custeio.

Ele diz: “A resistência do movimento sindical depende de meios e o meio principal são as contribuições recebidas da categorias. É essa base que possibilita a luta para manter as cláusulas sociais, a legislação trabalhista e realizar tratativas visando a assinatura de Convenções Coletivas de Trabalho”.

Previdência – O Fórum Sindical também deliberou atuar em campanhas contra o desmanche da Previdência pública, a fim de assegurar a proteção aos segurados. Para o FST, a reforma deve começar pelo fim dos privilégios de determinados setores que se valem de pomposas aposentadorias, fortalecendo o discurso sobre pseudorrombo da Previdência.

Bolsonaro – O encontro acertou os detalhes finais de documento das Confederações, a ser entregue ao presidente Jair Bolsonaro. O objetivo é buscar uma agenda junto ao governo rumo à retomada do crescimento econômico, da geração de empregos e valorização do trabalho.

O coordenador do Fórum afirma: “Mesmo sabendo do estado de saúde do Presidente, estamos nos esforçando pra marcar audiência o mais rápido possível. Queremos entregar o documento nas mãos dele e mostrar a importância da ação sindical, não só para as categorias, como também para a garantia da ordem e estabilidade social”.

Fonte: Agência Sindical

 

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